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Planejamento

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4ª Fase – Visão de Futuro / Pesquisa Delph

 

A partir de hoje (2/6) está disponível no Portal TCU pesquisa sobre cenários prospectivos, que vai auxiliar na elaboração do Planejamento Estratégico do Tribunal (PET) para os próximos cinco anos. O objetivo da pesquisa é conhecer a opinião de especialistas e cidadãos sobre a probabilidade de que nos próximos 12 anos ocorram eventos capazes de impactar a atuação do Tribunal.

 

A pesquisa compreende 11 perguntas sobre temas como crescimento do PIB, alcance de metas para a educação, redução da carga tributária, planejamento ambiental e corrupção no Brasil. Esses temas foram definidos em workshop que reuniu representantes de diversas áreas do Tribunal.

 

Os resultados da pesquisa serão analisados, cruzados e submetidos a simulações matemáticas, e somente depois serão definidos os cenários prospectivos. Com base nessas prováveis situações futuras serão definidas novas diretrizes para o Tribunal.

 

A pesquisa, assim como todo o processo de reformulação do PET, segue o método Grumbach, que se fundamenta em um conceito de planejamento estratégico com visão de futuro baseada em cenários prospectivos. O método compreende não apenas a implementação de um plano estratégico, mas também o monitoramento de indicadores e cenários. Além de utilizar as ferramentas de planejamento estratégico tradicionais, ele agrega a metodologia de cenários prospectivos, o que permite uma gestão estratégica de médio e longo prazos.

 

O método inclui, ainda, uma análise da postura estratégica dos atores face aos cenários alternativos identificados como possíveis. O propósito dessa análise é identificar parcerias estratégicas que permitam passar de uma postura pré-ativa, para uma postura próativa em direção a construção de um futuro melhor. Para acessar a pesquisa, clique aqui.

Adobe Portable Document Format Conheça as questões da pesquisa
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Veja o vídeo de lançamento da pesquisa

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3ª Fase – Visão Estratégica

 

A formulação do Plano Estratégico do Tribunal para o período de 2011 a 2015 – PET-TCU 2011-2015 foi iniciada no final de 2009.

 

O Plano Estratégico traça os objetivos de longo prazo, evitando descontinuidades de curto prazo. Essa peça é de fundamental importância para garantir inovação aos processos de trabalho do TCU, agregar valor à gestão pública e superar a expectativa que a sociedade deposita em uma instituição superior de controle.

 

A partir da identificação da organização e da análise de ambiente, deverão ser conduzidas duas Etapas, denominadas respectivamente de Visão do Presente e Visão de Futuro. A primeira busca o estabelecimento de Medidas de curto e médio prazos, com base em uma visão atual da organização e do ambiente. A segunda visa o estabelecimento de Medidas de médio e longo prazos, a partir de uma visão de futuro do ambiente, com base na geração e interpretação de Cenários Prospectivos.

 

A seguir, conduz-se uma terceira Etapa, denominada de Avaliação de Medidas e Gestão de Resistências. Trata-se, aqui, de analisar, individualmente e em grupo, as Medidas vislumbradas e de incorporar, ao conjunto já proposto, outras relacionadas à Gestão de Resistências internas e externas à organização.

 

Visão do Presente:

 

Consiste na interpretação do ambiente e no estabelecimento de medidas decorrentes dos pontos fortes e fracos da organização. Para tal, levantam-se, primeiramente, as possíveis causas e conseqüências de cada um deles, da maneira mais abrangente possível e do ponto de vista da organização. A seguir, para cada causa e conseqüência identificada, devem ser vislumbradas medidas de curto e médio prazos, que:

- possam ser empreendidas pela organização;

- sejam coerentes com o propósito da mesma (missão, visão e objetivos estratégicos);

- visem a aproveitar as oportunidades e a eliminar ou atenuar as ameaças oferecidas pelo ambiente; e

- levem sempre em consideração os pontos fortes e fracos da organização.

 

Em outras palavras, as medidas vislumbradas poderão ser destinadas a:

- aproveitar uma oportunidade;

- proteger a instituição de uma determinada ameaça;

- reforçar um ponto forte da instituição e/ou suas causas ou conseqüências;

- corrigir um ponto fraco da instituição e/ou suas causas ou conseqüências.

 

O resultado obtido nesta etapa é o levantamento de possíveis ações a empreender no presente, voltadas para situações já em curso, favoráveis ou não, independentemente de uma visão de futuro.

 

Visão do Futuro

 

Normalmente, as ações planejadas e implementadas pela organização no presente, com base em uma visão atual dele mesmo e do ambiente, somente trarão resultados a médio e longo prazos. E uma vez que o ambiente, além de quase sempre estar fora do controle da organização, costuma mudar com freqüência, em função do comportamento de diferentes atores que influenciam as variáveis externas, é necessário, também, estabelecer-se uma visão de futuro do ambiente, obtida por meio de uma análise prospectiva, de forma a capacitar a instituição a adotar hoje decisões que lhe permitam fazer face aos possíveis impactos do amanhã.

 

As medidas que serão vislumbradas nesta segunda etapa, embora voltadas para possíveis acontecimentos futuros, devem ser implementadas no presente. A análise prospectiva consiste na busca da identificação de diversos futuros possíveis do ambiente (Cenários Prospectivos), dentro de um horizonte temporal específico, com o propósito de definir estratégias capazes de:

 

- Alterar, em favor da organização, as probabilidades de ocorrência dos acontecimentos abrangidos por sua esfera de competência; e/ou

- Prepará-la para o enfrentamento (ou aproveitamento) dos acontecimentos fora de sua competência.

 

Os cenários devem ser interpretados buscando-se identificar, para cada acontecimento futuro, as suas possíveis conseqüências, também situadas no futuro, e, a partir delas, de maneira pró-ativa, estabelecer medidas, no presente, capazes de fazer face a essas conseqüências. A etapa se desenvolve ao longo de uma seqüência de passos – concepção, avaliação, geração e interpretação de cenários, definição de questões estratégicas e proposição de medidas de futuro, cada qual com características específicas. 

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2ª Fase – Diagnóstico de Ambiente

 

A formulação do Plano Estratégico do Tribunal para o período de 2011 a 2015 – PET-TCU 2011-2015 foi iniciada no final de 2009.

 

O Plano Estratégico traça os objetivos de longo prazo, evitando descontinuidades de curto prazo. Essa peça é de fundamental importância para garantir inovação aos processos de trabalho do TCU, agregar valor à gestão pública e superar a expectativa que a sociedade deposita em uma instituição superior de controle.

 

A segunda etapa para a elaboração de um plano estratégico é o diagnóstico organizacional, onde se procura realizar duas análises, uma interna, com vistas à ampliação do conhecimento sobre pontos fortes e fracos da instituição, outra externa, a fim de identificar oportunidades e ameaças que possam produzir efeito sobre as atividades desenvolvidas pelo Tribunal. 

 

Para construir esse diagnóstico, os servidores do TCU estão sendo chamados a colaborar com seu conhecimento e sua percepção sobre esses fatores chave de sucesso da organização, respondendo ao questionário em anexo

 

Essa etapa é de grande importância no planejamento estratégico, pois as informações colhidas subsidiarão as demais etapas e a conseqüente priorização de medidas a serem adotadas no curso dos próximos 5(cinco) anos. Invista um pouco de seu tempo no preenchimento desse questionário, pois sua participação é crucial para um bom diagnóstico.

 

O questionário poderá ser devolvido diretamente para o e-mail  TCU-2015@TCU.GOV.BR

até o dia 05/03/2010.

 

Orientações para preenchimento do questionário:

 

Na análise interna do questionário você poderá opinar sobre estrutura organizacional e processos de trabalho diretamente relacionados com a sua unidade e processos gerais do TCU (gestão de pessoas, TI, logística etc.). 

Na análise externa, indicar fatos prováveis ou tendências no ambiente econômico, político, social, ambiental etc. Caso julgue necessário, acrescente novos processos ou novas variáveis não listadas no questionário.

 

 

·          os campos PONTO FRACO e PONTO FORTE deverão obrigatoriamente ser preenchidos, pois estas informações é que subsidiarão o diagnóstico;

·          os campos CAUSA e CONSEQUÊNCIA não são obrigatórios, mas será de grande valia se o servidor já indicar, na sua percepção, o que causa a existência daquele ponto fraco e quais suas consequências para aquele processo de trabalho ou para a organização;

·          a estimativa do tempo que será gasto para preencher o questionário é de 90 minutos;

·          não há obrigatoriedade de se responder a todos os quesitos, senão os que parecerem para o servidor respondente o mais importante.

·          O questionário foi elaborado de modo a contemplar todas as questões relevantes para um diagnóstico fidedigno, porém em um formato, o mais enxuto possível 

·          Os itens se referem a pontos fracos identificados em diagnósticos anteriores - Projeto Áquila, Tendências, Pesquisa de Clima 2007 e Avaliação da Gestão – e a intenção é avaliar a atual pertinência desses fatores.

·          Para cada afirmação, dê uma resposta graduando de 0 a 10. Sendo o número zero para “não é mais ponto fraco” e o número dez para “continua como ponto fraco”. Exemplificando:

0 a 3 – não é mais ponto fraco

3 a 5 – parcialmente resolvido

6 a 7 – continua um ponto fraco, mas com perspectiva de resolução (projeto em andamento, elaboração de normas, etc.)

7 a 10 - continua como ponto fraco

 

 

Agradecemos antecipadamente a sua valiosa contribuição.    

 

Atenciosamente,

 

 

Equipe Projeto PET-TCU 2011-2015

 

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